Parabéns por expressar o que vai no seu coração!

Você sabia que esse é o princípio fundamental da coragem?

Isso já demonstra que a sua mente tem a matéria prima necessária para você aprender a protagonizar a travessia da ponte. Só resta saber como prefere fazer isso, com a nossa ajuda ou de forma 100% autodidata.

De ambas as maneiras é possível chegar ao nível de proficiência e conseguir falar inglês sem esforço.

Acompanhe o raciocínio.

Por exemplo, já tentou juntar as peças de uma máquina complicada somente lendo o manual?

Dá para fazer, mas, se viesse com um assistente dentro da caixa, não seria bem mais prático?

Pois é, a nossa ajuda se parece um pouco com isso.

Queremos treinar você a executar com perfeição cada um dos 4 passos porque sabemos que isso é o que vai lhe dar o poder de assumir o comando do seu aprendizado, garantindo a sua capacitação na língua inglesa.

Vamos ver todos os detalhes, mas antes, deixe-me lhe contar como surgiram os 4 passos.

Nossa história começa…

com 160 toneladas de equipamento de som e 137 mil pessoas assistindo ao show do KISS, no estádio do Maracanã, dia 18 de julho de 1983.

Sim! Usando mais maquiagem que a sua mãe, Gene Simmons, baixo e vocais, Paul Stanley, guitarra e vocais, Vinnie Vincent, na guitarra solo, e Eric Carr, nos vocais e tocando uma bateria montada em cima de um tanque de guerra eram a atração dos noticiários da época.

Falava-se tanto sobre…

a vinda deles ao Brasil que eu, Eduardo, aos 8 anos, e meu irmão, Luciano, aos 5, fomos fisgados pelo espetáculo desses quatro maquiados. Ainda me lembro de nós, crianças, com tinta guache no rosto, imitando o KISS no corredor do prédio, cantando e pulando ao som da vitrolinha mono tocando “I Love It Loud“.

O interesse pela música me levou a ter uma imensa vontade de entender as letras. Então, aos 14 anos, comecei na Cultura Inglesa e, mais tarde, fui para o Centro Cultural Brasil – Estados Unidos, onde, aos 16, conheci a Anna Priscilla, que tinha 15. Fomos colegas de turma no inglês e, posteriormente, no segundo grau – o que acabou nos levando a um namoro – mas essa já é uma outra história. Daqui a pouco, conto mais.

Quando terminei o nível avançado, pensava que seria capaz de entrar no cinema e assistir a filmes sem ler as legendas. Achava que a música do rádio soaria, em inglês, tão clara quanto soa em português. Mas, não foi bem assim que aconteceu. Na realidade, eu nunca entendia tudo. Sempre ficava de fora uma partezinha incompreensível… Normalmente, a que continha o elemento chave da história… Dava muita raiva isso. Definitivamente, não era o que eu esperava.

Às vezes, imagino essa frustração hoje, comigo adulto. Seria bem pior.

Porque, por mais que tenhamos acesso a sistemas de tradução por voz em tempo real, nada se compara a conversar no mesmo idioma, especialmente quando a necessidade é profissional.

Enfim, na época, eu ficava me achando meio burro porque ainda não tinha conseguido deslanchar no inglês. De forma intuitiva, os passos 1 e 2 já existiam em minha mente, mas ainda faltava alguma coisa para eu sair do atoleiro e conseguir avançar.

A solução foi investir em aulas particulares. Estudei, por 3 anos, com a renomada mestra, e professora da Universidade Federal Fluminense, Angelika Gross. Aí sim! Com ela, aprendi muita fonética e pratiquei até conseguir, sem falsa modéstia, me tornar um excelente falante da língua inglesa.

Dessa transformação, nasceram…

os passos 3 e 4 e a minha vontade de ensinar inglês, que só se concretizou em 2005, quando eu tive o meu primeiro aluno, o Felipe.

Em resumo, criei esses 4 passos ao longo da vida de estudante, não com a intenção de lecionar, mas sim para vencer a minha dificuldade de aprender inglês.

E foi dessa forma que eu cruzei a ponte!

Por isso, tenho orgulho em dizer que, desde 2005, toda a quantidade de estudantes que pôs em prática os 4 passos foi capaz de superar seus problemas de aprendizado e assimilar o inglês rápido e bem, tal como foi comigo.

Baseado nisso, eu me sinto à vontade para apostar que, se você fizer o mesmo, também conseguirá!

Retomando aqui sobre a Anna Priscilla, revelo que sua história apenas voltou a se unir à minha, muitos anos depois da época em que namorávamos. Naquela altura, 1995, a paixão pela música era uma das coisas que mais nos atraía. Adorávamos cantar juntos. Nossas vozes tinham uma química singular. Gostava até de admirar e estimular seus outros talentos artísticos além do canto, que eram o desenho, a pintura e a dança.

Embora a vida tenha nos afastado e interrompido o contato um com o outro, nossa essência permaneceu a mesma. A arte foi o que nos aproximou naquela época e, quase vinte e cinco anos depois, foi o que nos ligou novamente. Estava eu andando na feira do Reserva Cultural, espaço dedicado a várias formas de arte, quando, sem motivo, dou meia-volta e, para minha grande surpresa, só o que via era o olhar da Anna Priscilla pousado sobre o meu.

Naquele meio segundo, um milhão de possibilidades passaram pela minha mente. A que escolhi foi ir ao encontro dela. Graças a isso, você está aí, prestes a embarcar na originalidade conosco, em busca de resolver o desafio de aprender inglês.

Em suma, foi um reencontro e tanto! Compartilhamos os mesmos valores morais, temos os mesmos objetivos e, desde 1999, Anna Priscilla também ensina inglês. Evidentemente, o estabelecimento da nossa empresa ficou inevitável.

Como funcionam os nossos serviços

Antes de qualquer outra coisa, vamos deixar claro que a experiência que você vai ter conosco não será a mesma que teria em um curso, mas sim em uma mentoria.

Qual é a diferença entre curso e mentoria?

Cursos trazem aquela experiência “professorcêntrica” que lhe é familiar da época de escola, ou seja, em destaque, alguém que detém o conhecimento, palestrando numa sala, perante uma turma de estudantes, que, por sua vez, recebem a informação já pronta e, para fixar a matéria, vão para casa resolver, sem qualquer ajuda, os problemas passados em aula. Nesse modelo, o protagonismo é da pessoa que ensina. Nada de errado com isso. Sou bastante grato por ter tido excelentes professores e professoras que me inspiraram muito.

É óbvio que, para se aprender alguma coisa de verdade, estudantes sempre vão depender de iniciativa própria e da famosa “bunda na cadeira”. Mas, a grande pergunta é a seguinte: será possível, para a maioria do povo brasileiro, chegar ao final do ensino regular, ou da Educação de Jovens e Adultos, com baixa determinação e, consequentemente, sem aprender muito?

Infelizmente, sim.

Portanto, pense… Até hoje, quantos anos de aulas de inglês o sistema tradicional de ensino já lhe entregou?

Muitos? Pois é. E deu certo?

Será que você está lendo estas palavras agora porque não teve iniciativa para estudar durante sua época de escola ou terá sido porque o próprio sistema de ensino falhou em lhe ajudar a aprender inglês direito?

Percebe? Mesmo com toda iniciativa do mundo, como teria sido possível para você fazer o passo 2 sem acesso aos áudios dos livros didáticos da escola?

Eu, como adolescente obstinado que fui, dei o meu jeito. Na marra!

Vou lhe contar a parte da história que você ainda não sabe.

Naquela época de adolescente, quando decidi mesmo aprender o idioma, precisei de muita criatividade e dedicação para superar a falta de condições ideais. O que fiz foi escolher um filme que gostava muito e não parei de assistí-lo até que o mesmo soasse tão claro quanto português. O filme era o “The Lost Boys”.

Sim, foi a vinda do KISS ao Brasil que me despertou o interesse para o inglês,

mas, quando tomei essa decisão para valer, precisava ter acesso à língua usada no cotidiano, de uma forma tão consistente que me permitisse simular uma vivência noutra cultura para absorver tudo o que fosse possível.

Trabalhei intensamente por bons 6 meses até entender o conteúdo daquela obra cinematográfica. Praticamente decorei todas as falas. Coisa de nerd mesmo. Assisti umas 50 vezes! E, pasme, era em VHS! Legendas em português chapadas na tela. Botões de “rewind” e “fast forward” para conseguir ouvir de novo! Deu muito trabalho desbravar esse caminho mas, pouco a pouco, cheguei à sistematização que deu origem aos passos 1 e 2 que você leu no CCP.

Daí em diante, foi ficando mais fácil. Outros filmes vieram na sequência: “Pretty Woman”, “The Name Of The Rose”, “Ferris Bueller’s Day Off” etc.

Moral da história: de maneira autodidata, usei a tecnologia para conseguir acessar a língua e a cultura de um outro país, sem sair do Brasil. Entretanto, mesmo com todo o meu protagonismo, depois de um certo ponto, a presença da Angelika Gross foi fundamental. Sem suas dicas, eu não sei se teria conseguido atingir a total proficiência no inglês. Penso que nem teria tido o desejo de ensinar o idioma, se não fosse por uma pergunta que ela me fez, quando viu o meu desempenho. Ela me disse: – “Eduardo, você seria um ótimo professor. Já pensou nisso?”

Sagaz praticante, quando temos a ajuda de quem está onde queremos chegar, coisas grandiosas podem acontecer. Às vezes, basta uma simples questão, que lhe faça mudar a sua forma de ver o mundo, para mudar o seu mundo! Não é à toa que Sócrates, por volta de quatrocentos anos antes de Cristo, já dizia que…

“a educação é a arte de acender uma chama, não a de encher um vaso”.

Assim é a boa mentoria.

Abordagem “alunocêntrica”.

É para todas as pessoas?

Claro que não.

É só para quem escolhe não aceitar o mundo como um espetáculo, ali, da cadeira do auditório, como uma trama que se impõe a todos para embasbacamento.

Mentoria é para quem concorda que o mundo é uma ampla construção, não só de meia dúzia de protagonistas, mas de quem levanta a mão e diz, em alto e bom som, como é que gostaria que as coisas acontecessem.

Portanto, se você ainda acha que a sua biografia determina o seu destino, pode ir embora porque aqui não é o seu lugar.

Agora, se você escolheu entrar para o time de quem dá as cartas, eu lhe prometo uma coisa: o modelo de ensino da Mentoria Individual Inglês Na Cabeça é, de longe, o mais eficiente para o seu padrão mental.

Mas, e o vaso, não vamos enchê-lo?

Com essa explicação, eu me despeço e passo a bola para você.

Vamos lá.

Saca o triângulo do fogo?

Você já sabe que esse triângulo é, segundo a Wikipedia, “a representação dos três elementos necessários para que haja uma combustão. Esses elementos são: o combustível, que fornece energia para a queima; o comburente, que é a substância que reage quimicamente com o combustível; e o calor, que é necessário para iniciar a reação entre combustível e comburente.”

Se perguntarmos a Sócrates por que o processo da educação é comparável com o de acender uma chama, logicamente ele dirá que o aprendizado, tal como o fogo, é o resultado da combinação de três elementos: o combustível, que é, sagaz praticante, a sua vontade de aprender; o comburente, que é o conhecimento que está nos livros; e o calor, que é o estímulo da nossa mentoria.

A combinação desses três ingredientes gera o aprendizado, que é uma outra forma de dizer: transformação.

Baseado nisso, é fácil entender que, para haver uma chama forte, os três elementos têm de ser fortes também.

Faz sentido?

A boa notícia é que juntos podemos ter alta qualidade nos três elementos, o que é bom para todos!

O comburente

Citando as recomendações do CCP, “sem qualquer sombra de dúvida, as melhores sementes de maçã estão nas obras da Universidade de Cambridge, que produz livros, literalmente, há centenas de anos, desde 1534. As séries Touchstone Second Edition e View Point são as que recomendamos e elas estão disponíveis nas livrarias especializadas ou pela internet.”

Além do conteúdo gramatical, espetacularmente bem orquestrado para lhe oferecer conhecimento através da naturalidade de exemplos reais, a característica que mais me chamou atenção nesses livros foi a fineza que a Universidade de Cambridge teve ao escolher apresentar o idioma orientada pelo ranqueamento de vocábulos e frases de seu vasto Corpus linguístico. Em outras palavras, o que esses livros lhe entregam é um inglês altamente relevante e com grande penetração em todo o mundo.

Já procurei, mas nunca encontrei alguém na internet que tenha confeccionado qualquer material didático tão bom quanto esse. Por isso, quando o assunto é aprender inglês como segunda língua, nós entendemos que os livros da Cambridge que recomendamos são os de mais alta qualidade no mundo.

Nada mal usar o melhor comburente que existe, não é mesmo?

O calor

Qual é o papel do calor na gênese da chama senão o de estimulo? Essencialmente, isso é o que fazemos. Autorizados pela Cambridge do Brasil, colaboramos no aprendizado de quem mentoramos, provocando sua transformação, todos os dias, através de um modelo disruptivo de ensino, no qual praticantes são o centro do processo.

O maior diferencial da nossa abordagem “alunocêntrica” é a aplicação do conceito “sala de aula invertida“.

A ideia é que você protagonize a absorção de todo o conteúdo dos livros da Universidade de Cambridge através das atividades fragmentadas que propomos diariamente e, ao chegar aos encontros telepresenciais, já esteja ciente do assunto a ser desenvolvido. Dessa forma, nosso compromisso semanal se torna o local de interação ao vivo para refinar a sua pronúncia e pôr em prática o conhecimento que você estudou nos seis dias anteriores à sessão.

As atividades fragmentadas têm esse nome porque foram desenhadas para caberem na sua agenda. Elas chegam até você via e-mail e servem como um guia diário para a execução personalizada dos 4 passos que você leu no CCP.

Depois da sua aprovação em nosso processo de seleção, você terá acesso a quatro encontros mensais durante seis meses. Esse é o tempo que dura cada ciclo da nossa mentoria. De forma telepresencial, trabalharemos eu e você, ou Anna Priscilla e você, por uma hora e meia a cada sessão, individualmente. Além disso, há outros canais para sanar suas dúvidas. O principal deles é a Sala de Capacitação no Telegram. Lá, você pode perguntar a qualquer hora do dia e ter suas questões respondidas imediatamente, via a nossa audioteca, ou, se a sua demanda for inédita, responderemos o mais brevemente possível, aumentando assim o nosso acervo de respostas.

Portanto, praticantes que, em cursos tradicionais, realizam todo o processo de consumo de conteúdos dentro da sala de aula, na Mentoria Inglês Na Cabeça, começam a fazê-lo em casa, ou em qualquer outro lugar que tenha acesso à Internet, por intermédio da nossa comunicação diária. E só posteriormente executam esse conhecimento na hora da imersão via Zoom. Dessa forma, nosso “calor” dá esclarecimento às eventuais dúvidas referentes aos livros e provoca o seu desenvolvimento nas habilidades de fala, escrita, audição e leitura, sempre na velocidade ideal para você.

Será que existe alguma outra plataforma de ensino de inglês que ofereça um tipo de calor que seja mais intrinsecamente afinado com o seu padrão mental?

O combustível

De que adianta ter o melhor comburente do mundo e o calor na temperatura certa para lhe acender a chama, se não tivermos um ótimo combustível, um que seja de fácil ignição, que tenha alta energia e que venha em grande quantidade?

Não adianta nada! Sem combustível, não há chama. Não há aprendizado. Não há transformação.

Como já percebeu, cada um dos elementos vem de uma fonte especializada diferente. O comburente vem da Universidade de Cambridge, o calor vem da Mentoria Inglês Na Cabeça e o combustível vem de você.

Que tipo de combustível você tem dentro de si?

Qual é o tamanho da sua vontade de falar inglês sem esforço e automaticamente?

Que cursos em inglês já desistiu antes de começar porque não tinha altura para transpor a barreira da língua?

Quanto dinheiro você já deixou em cima da mesa por causa da sua inabilidade com o inglês?

Será que o motivo que está dentro da sua mente é forte o suficiente para lhe pôr em ação?

Um motivo forte é imprescindível porque é a única coisa capaz de lhe empurrar para decidir se comprometer com a sua própria transformação de forma irreversível. É o comprometimento estilo bife a cavalo. Sendo você o boi e não a galinha, é claro! Porque a galinha está envolvida, mas o boi está comprometido com a confecção do prato. Logo, a pessoa que você é hoje precisa “morrer” para dar lugar a um você bilingue. Um você escancaradamente mais capaz de conhecer o que há no mundo porque domina a lingua franca perfeitamente.

Na prática, comprometimento bife a cavalo acontece quando investimos pesado dinheiro e tempo em um propósito. Fazendo assim, colhemos ação engajada, que é, precisamente, transformação em andamento!

Vou repetir.

Ação engajada é, precisamente, a transformação em andamento que você quer ver acontecendo consigo. Por isso o “dinheiro pesado”. Ou você nunca entregou a alguém um presente, que ficou de lado porque não recebeu a importância que você esperava? É típico que, nesse momento, pensemos o seguinte: “se tivesse saído do seu bolso, não teria deixado de aproveitar”. Não é assim mesmo que acontece? Adivinhe só, todo ser humano, mais cedo ou mais tarde, age dessa forma. Inclusive eu e você. Se não lhe for “caro”, dificilmente dará o valor ideal à mentoria e aos livros. E, se isso acontecer, acabou-se a transformação para você. 

Mas o que é “caro”?

Se o que você busca é ter o poder de quem fala inglês sem esforço, “caro” é ficar do lado de fora.

O preço que cobramos é cinco mil reais à vista ou três parcelas de dois mil, por ciclo.

Se você acha que dispõe desse dinheiro, mas não tem certeza se a Mentoria Inglês Na Cabeça é ou não para você, clique agora no botão abaixo e aplique para ter o seu perfil analisado.

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