Este sou eu, Eduardo Aguiar, e esta pessoa linda ao meu lado é a Anna Priscilla, minha alma gêmea e parceira de vida.

Nossa história começa com 160 toneladas de equipamento de som e 137 mil pessoas assistindo ao show do KISS, no estádio do Maracanã, dia 18 de julho de 1983.

Sim! Usando mais maquiagem que a sua mãe, Gene Simmons, baixo e vocais, Paul Stanley, guitarra e vocais, Vinnie Vincent, na guitarra solo, e Eric Carr, nos vocais e tocando uma bateria montada em cima de um tanque de guerra eram a atração dos noticiários da época.

Falava-se tanto sobre a vinda deles ao Brasil que eu, Eduardo, aos 8 anos, e meu irmão, Luciano, aos 5, fomos fisgados pelo espetáculo desses quatro maquiados.

Ainda me lembro de nós, crianças, com tinta guache no rosto, imitando o KISS no corredor do prédio, cantando e pulando ao som da vitrolinha mono tocando I Love It Loud.

O interesse pela música me levou a ter uma imensa vontade de entender as letras. Então, aos 14 anos, comecei na Cultura Inglesa e, mais tarde, fui para o Centro Cultural Brasil – Estados Unidos, onde, aos 16, conheci a Anna Priscilla, que tinha 15. Fomos colegas de turma no inglês e, posteriormente, no segundo grau – o que acabou nos levando a um namoro – mas essa já é uma outra história. Daqui a pouco, conto mais.

Quando terminei o nível avançado, pensava que seria capaz de entrar no cinema e assistir a filmes sem ler as legendas. Achava que a música do rádio soaria, em inglês, tão clara quanto soa em português. Mas, não foi bem assim que aconteceu. Na realidade, eu nunca entendia tudo. Sempre ^cava de fora uma partezinha incompreensível… Normalmente, a que continha o elemento chave da história… Dava muita raiva isso. Definitivamente, não era o que eu esperava.

Às vezes, imagino essa frustração hoje, comigo adulto.

Seria bem pior.

Porque, por mais que tenhamos acesso a sistemas de tradução por voz em tempo real, nada se compara a conversar no mesmo idioma, especialmente quando a necessidade é profissional.

Enfim, na época, eu ficava me achando meio burro porque ainda não tinha conseguido deslanchar no inglês. De forma intuitiva, os passos 1 e 2 do CCP já existiam em minha mente, mas ainda faltava alguma coisa para eu sair do atoleiro e conseguir avançar.

A solução foi investir em aulas particulares. Estudei, por 3 anos, com a renomada mestra, e professora da Universidade Federal Fluminense, Angelika Gross.

Aí sim! Com ela, aprendi muita fonética e pratiquei até conseguir, sem falsa modéstia, me tornar um excelente falante da língua inglesa.

Dessa transformação, nasceram os passos 3 e 4 do CCP e a minha vontade de ensinar inglês, que só se concretizou em 2005, quando eu tive o meu primeiro aluno.

Em resumo, criei esses 4 passos do CCP ao longo da vida de estudante, não com a intenção de lecionar, mas sim para vencer a minha dificuldade de aprender inglês.

E foi dessa forma que eu cruzei a ponte!

Por isso, tenho orgulho em dizer que, desde 2005, toda a quantidade de estudantes que pôs em prática os 4 passos do CCP foi capaz de superar seus problemas de aprendizado e assimilar o inglês rápido e bem, tal como foi comigo.

Baseado nisso, eu me sinto à vontade para apostar que, se você fizer o mesmo, também conseguirá!

Retomando aqui sobre a Anna Priscilla, revelo que sua história apenas voltou a se unir à minha, muitos anos depois da época em que namorávamos. Naquela altura, 1995, a paixão pela música era uma das coisas que mais nos atraía. Adorávamos cantar juntos. Nossas vozes tinham uma química singular. Gostava até de admirar e estimular seus outros talentos artísticos além do canto, que eram o desenho, a pintura e a dança.

Embora a vida tenha nos afastado e interrompido o contato um com o outro, nossa essência permaneceu a mesma. A arte foi o que nos aproximou naquela época e, quase vinte e cinco anos depois, foi o que nos ligou novamente. Estava eu andando na feira do Reserva Cultural, espaço dedicado a várias formas de arte, quando, sem motivo, dou meia-volta e, para minha grande surpresa, só o que via era o olhar da Anna Priscilla pousado sobre o meu.

Naquele meio segundo, um milhão de possibilidades passaram pela minha mente. A que escolhi foi ir ao encontro dela. Graças a isso, você está aí, prestes a embarcar na originalidade conosco, em busca de resolver o desafio de aprender inglês.

Em suma, foi um reencontro e tanto! Compartilhamos os mesmos valores morais, temos os mesmos objetivos e, desde 1999, Anna Priscilla também ensina inglês. Evidentemente, o estabelecimento da nossa empresa ficou inevitável.