fonte: mensagenscomamor.com

Diário de bordo #1- Lei da atração?

OI, aqui é a Anna Priscila. Hoje eu decidi seguir a recomendação do nosso mentor Victor Damásio, do grupo Maestria, e escrever sobre o que vem acontecendo aqui no Inglês na Cabeça. Primeiramente, decidimos deixar documentada nossa história de vida e evolução aqui no blog. Conforme você talvez já tenha lido na nossa história, desde que eu e o Eduardo nos reencontramos, nossa vida mudou tremendamente. Tomamos decisões que acreditamos ser definitivas em nossas vidas, a começar por nossa empresa e nosso comprometimento de cumprir com a nossa parte. Quatro meses depois desse nosso reencontro, resolvemos viver juntos, trabalhar juntos, construir tudo juntos… enfim, estamos realmente engajados na missão que abraçamos para nossa empresa, que é transformar pessoas em falantes da lingua inglesa. Para isso, mais do que treinar e capacitar praticantes desse idioma, acreditamos que o desenvolvimento real e duradouro só acontece quando o protagonismo do aprendizado não é nosso, mas, sim, de nossos praticantes, porque foi assim que os quatro passos do CCP foram concebidos.

Apesar de já estar meio que na nossa cara, ainda não tínhamos enxergado o óbvio tão claramente quanto o Victor, que explica sobre com quais empreendedores ele quer trabalhar e, principalmente, com os quais ele não quer. Assistindo à aula “argumento único de venda”, aprendemos que um dos maiores valores de um grupo é quem não está nele. Por isso, ele deixa claro que quer empreendedores do bem, ou seja, aqueles que se importam mais com a transformação que causam no cliente do que com o próprio bolso. Não sabíamos dessa definição ainda e muito menos tínhamos isso definido na nossa empresa, mas, depois dessa aula, ficamos pensando nesse assunto e com a mente aberta. Lei da atração? Sei lá. Só sei que, depois dessa aula na mentoria, apareceu no TED abaixo.

Em “Using insights of neuroscience to improve teaching and learning”, Veerle Ponnet fala sobre neurociência educacional, que é onde a psicologia, a neurociência e a educação se encontram e quando esse conhecimento é utilizado para aprimorar ensino e aprendizagem. Ela explica que é preciso emoção para a aprendizagem se consolidar e para reter novos conhecimentos, pensar, resolver problemas e focar nossa atenção, considerando que as emoções positivas estão relacionadas à nossa memória associativa. Portanto, se aplicarmos esse conhecimento à sala de aula, vamos precisar de uma atmosfera criativa, favorável e positiva para que a aprendizagem aconteça e para que estudantes tenham uma atitude positiva em relação à aprendizagem.

Existem dois tipos de motivação: a extrínseca, que vem de fora para dentro, e a intrínseca, que vem de dentro para fora. A motivação extrínseca desaparece assim que o aluno conquista a recompensa prometida (como passar em um exame, por exemplo), Sendo assim, precisamos estimular e promover a motivação que vem de dentro e que os estudantes se apropriem do seu aprendizado, ou seja, tenham esse protagonismo. Como educadores, podemos oferecer nosso conhecimento, mas não podemos abrir a cabeça dos estudantes para colocar o conhecimento lá dentro e fechar depois, porque eles são responsáveis pelo próprio aprendizado. E, para que eles assumam essa responsabilidade, é preciso criar e oferecer um ambiente seguro para que eles possam cometer seus erros, fazer perguntas e conseguir acertar em algum momento.

Sabemos agora, mais do que nunca, quem queremos e quem não queremos. Praticantes que gostam de motivação vinda de dentro para fora, definitivamente, é com quem gostamos de trabalhar. Pedra fundamental definida, hoje foi um divisor de águas.

Obrigada, Victor. Obrigada, Maestria, obrigada, lei da atração.

Segue abaixo o TED que mencionei no texto de hoje.

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