VENÇA O DESAFIO “MAIS APRENDE QUEM ENSINA” E COMECE A PÔR O INGLÊS NA CABEÇA AGORA!

A educação é a arte de acender uma chama, não a de encher um vaso.
Education is the kindling of a flame, not the filling of a vessel.

Essa afirmação, atribuída a Sócrates por muitas pessoas, é o que define a orientação pedagógica desse nosso trabalho, que demos o nome de Como Cruzar a Ponte – Os 4 Passos Para o Inglês Na Cabeça. Também chamado de Padrão CCP.

Se pudéssemos voltar no tempo e perguntar a Sócrates por que o processo da educação é comparável ao de acender uma chama, faz sentido imaginar ele respondendo que a aprendizagem, assim como o fogo, é o resultado da combinação entre comburente, combustível e calor. Cada um desses ingredientes representa uma peça distinta. No nosso caso aqui, o comburente são os livros da Universidade de Cambridge que mencionaremos mais adiante. O combustível, por sua vez, é o seu espírito esportivo, sempre – e um pouco de dinheiro, às vezes – e, por fim, o calor é o estímulo que o nosso serviço lhe traz. A começar por este desafio.

E a primeira coisa que você precisa entender é que a chama formada pela combinação dessas três partes é, nem mais nem menos, a sua transformação em falante da língua inglesa. E, para o fogo queimar, os três elementos precisam estar presentes.

Faz sentido?

Vejamos, então, cada um deles.

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O Comburente

Livros Que Vamos Sugerir

Depois de mais de 10 anos dando o melhor para criar materiais didáticos de alta categoria, chegamos à conclusão de que, não importa o que façamos, as grandes universidades sempre vão conseguir oferecer uma qualidade muito superior. Porque elas têm times de profissionais altamente gabaritados e dedicados a esse fim. Então, é claro que você tem bem mais a ganhar quando se apoia no posicionamento “cada macaco no seu galho”, ou seja, livros didáticos vêm das universidades e boas orientações vêm de quem leciona.

Assim, indicamos as séries Touchstone e Viewpoint, da Universidade de Cambridge. Ambas estão disponíveis nas livrarias especializadas ou pela internet.

Curiosidade: Você sabia que a Universidade de Cambridge produz livros, literalmente, há séculos, mais precisamente, desde 1534?

Diante disso, a nossa conclusão lógica é que se não for de uma universidade fica muito difícil achar alguém que tenha material equivalente para oferecer. Já procurei, mas nunca encontrei. Portanto, quando falamos de aprender inglês como segunda língua, o nosso entendimento é que os livros da Cambridge que indicamos aqui são os de mais alta qualidade no mundo. Nada melhor para começarmos essa jornada com o pé direito!

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O Combustível

Se não houver combustível que seja de fácil ignição, que tenha alta energia e que venha em grande quantidade, faz algum sentido esperar, por melhores que sejam os dois outros ingredientes, que a chama do aprendizado queime, abundantemente, por todo o tempo da sua transformação?

Quanto mais cedo você enxergar isso, mais cedo conseguirá rearranjar as suas prioridades de forma a poder entregar o melhor do seu espírito esportivo. De novo: muito espírito esportivo, sempre – e um pouco de dinheiro, às vezes.

Duas são as atividades nas quais você vai usar o seu espírito esportivo. São elas: jogar o jogo e pensar o jogo.

Mas, Eduardo, “O que é o jogo?” Muito bem, o jogo é o que construimos para você. É o calor que o nosso empreendimento traz ao mercado para combater a falta de proficiência no inglês entre falantes da língua portuguesa. Eis, então, o terceiro ingrediente:

O Calor

O calor é o jogo. E o jogo completo consiste em você aprender a cruzar a ponte e efetivamente atravessar o abismo da inabilidade idiomática, chegando do outro lado totalmente capaz de ouvir, entender e discutir, em inglês, o conteúdo dos audiolivros mais consagrados do mercado. Esse é o destino final, porém, muito antes disso, a maioria das pessoas já poderão dizer que chegaram ao objetivo principal, que é ter o inglês na cabeça. E ter o inglês na cabeça significa ser capaz de trabalhar em inglês. 

Observe que aprender inglês ensinando é um jogo no qual você, enquanto domina o idioma, vai conhecer gente que está trilhando a mesma rota que você; vai exercitar a sua resiliência; vai trabalhar para expandir a sua empatia; vai ter a chance de elevar a sua humildade e vai aperfeiçoar a articulação do seu pensamento.

Não é para todo mundo. Fato! Mas, para quem for do tipo que pega a vida pelos colarinhos e diz quem é que manda, eu não conheço solução melhor no mercado.

O que faremos agora é uma espécie de test drive para que você tenha uma pequena prévia dessa experiência. A dinâmica consiste em compreender o Padrão CCP e ensiná-lo a nós, através do preenchimento do modelo de apresentação que disponibilizamos ao final deste texto.

Todas as pessoas que seguiram à risca a receita que você vai ver aqui conseguiram pôr o inglês na cabeça. Mas, é claro, se você não gostar, tudo certo. Como eu disse, não é para todo mundo. Porém, se, ao ler o que você escreveu, eu e a Anna Priscilla concluirmos que você (número 1) curtiu esse ensaio e que (número 2) está no ponto para vir se desenvolver com a gente, nós vamos nos encontrar ao vivo, telepresencialmente, para você conhecer a nossa história e tirar todas as suas dúvidas sobre o projeto Inglês Na Cabeça.

Combinado?

Por ora, foco total e atenção dobrada no desafio “Mais Aprende Quem Ensina”.

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Para quem é o Padrão CCP?

Aprender ensinando vai muito além de entender um assunto, simplesmente. Na nossa visão, só podemos afirmar que sabemos alguma coisa com profundidade quando nos tornamos capazes de ensinar, de forma clara e descomplicada, o que estudamos.

Observe que o caso do inglês é igual ao do português: não importa o quanto se sabe, permanentemente haverá desenvolvimento a ser feito, na medida exata da nossa humildade. É um caminho que vamos percorrer, querendo ou não, por toda a vida.

Historicamente, existem alguns aspectos que são comuns à maioria das pessoas que aplicaram o Padrão CCP e cruzaram a ponte. Vejamos os principais:

  • Exibem uma inquietude que lhes impulsiona a buscar um aperfeiçoamento contínuo;
  • Ficam felizes quando, gentilmente, alguém corrige seus erros;
  • Têm desejo de conhecimento e amor à sabedoria.

Se essas características refletem o seu modo de pensar, é muito provável que você venha a se sentir em casa no Clube Inglês Na Cabeça – Onde Você Aprende Ensinando.

Os Assuntos Que Vamos Cobrir Aqui São Os Seguintes:

A Ponte

Essa imagem, desenhada pela Anna Priscilla – assim como todas as outras que você vai ver aqui -, representa a ponte que atravessa o abismo da inabilidade idiomática.

Numa escala de zero a dez, zero é o início da ponte. É onde você não gera pensamentos em inglês. Naturalmente, dez é o final da ponte. Lá, você pensa em inglês e tem um alto nível de compreensão de tudo que lê e ouve.

Pergunta: em que ponto, entre o zero e o dez, você começa a pensar em inglês?

A resposta é: depende. Depende da bagagem que você traz consigo quando começa a marchar sobre a ponte. Essa bagagem vai determinar várias coisas diferentes, entre elas, o tipo de bilíngue que dá para você se tornar.

Vai ser um pouco técnico agora, mas aguenta aí porque é só esse pedacinho.

Basicamente, existem três tipos de bilinguismo: simultâneo, coordenado e subordinado. No simultâneo, as duas línguas são adquiridas ao mesmo tempo, desde o nascimento, desenvolvendo dois códigos linguísticos com um único conceito. Por exemplo, crianças filhas de pessoas de diferentes nacionalidades. No coordenado, a segunda língua é adquirida ainda na infância, porém, após a primeira, em grande parte, ter sido. Por exemplo, uma criança que se desenvolveu em um idioma, emigra e passa a viver em dois ambientes linguisticamente distintos: a escola e a casa. E o subordinado é quando uma segunda língua for aprendida a partir da língua primária. Por exemplo, pessoas adultas que buscam aprender um novo idioma. Nos três casos é possível chegarmos à proficiência total. Os caminhos não são iguais, mas têm muitas semelhanças. O nosso Padrão foi concebido exclusivamente para você, que está no terceiro tipo.

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Os 4 Passos Para o Inglês Na Cabeça

Entender, ouvir, imitar e praticar. Essas quatro ações, se aplicadas exatamente da forma que você vai aprender aqui, funcionam, sem exceção, desde 2005. Os passos 1 e 2 nos auxiliam a absorver o conhecimento que está nos materiais didáticos e fontes semelhantes. Já os passos 3 e 4, utilizamos para treinar nosso corpo a se expressar em inglês, até a hora que você abandona os livros, depois de já ter passado por todos eles.

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Passo 1: Entender

Se você for como os 95% de brasileiros que sofrem de inabilidade para falar inglês, é bem provável que você precise traduzir, no todo ou parcialmente, quando lê, escuta ou se expressa em inglês.

Por que isso acontece?

Porque, para você, pensar em inglês está desconfortável. Esse desconforto é o que chamamos de “resistência”. E o seu desafio é vencer essa resistência. É uma batalha contra um oponente que apenas 5% dos brasileiros conseguiram vencer e, por isso, têm o inglês na cabeça.

O passo 1 vai lhe orientar a entender o conteúdo dos seus livros didáticos. Tivemos muito critério ao escolher a Universidade de Cambridge como nossa fornecedora porque, para que você aprenda certo, os livros, obrigatoriamente, teriam de oferecer, não somente, diálogos de alta qualidade como base de ensino de vocabulário e gramática, mas também, acesso facilitado aos respectivos arquivos de áudio desses diálogos; por uma simples razão: você vai precisar deles para fazer o passo 2, que é o principal meio através do qual, no nosso Padrão, se dá o contato com o idioma nativo.

Vejamos agora o quão bem as fases A, B e C do Passo 1 lhe farão absorver o conteúdo dos seus livros.

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Fase A: Preparação

Essa é a hora de avançar uma lição na matéria do livro e caminhar por sobre a ponte, dissecando, pouco a pouco, o conteúdo a ser explorado, na profundidade necessária para o ensino.

Vamos bem devagar agora. Preste atenção de verdade.

Quanto mais saboreado for o movimento, mais vitorioso ele será. A chave para o avanço rápido é dar passadas curtas, porém, constantes. É se posicionar na fronteira entre o nítido e o obscuro e marchar em direção ao desconhecido, com o pé de trás apoiado na certeza e o da frente abrindo caminho naquilo que lhe é novo, estabelecendo a ordem no caos; trazendo à luz ideias virginais e incorporando as convicções recém-adquiridas para, intencionalmente, expandir a consciência, todos os dias.

Leia de novo, se precisar.

Espero ter sido claro.

De forma prática, uma preparação bem feita vai na seguinte ordem:

  1. Pegue o seu Student’s book e leia a primeira lição ainda não vista;
  2. Circule as palavras ou expressões que ainda não conhece, sublinhe as frases que as contém e puxe setas para escrever as traduções;
  3. Leia toda a lição de novo para que a mesma faça total sentido;
  4. Resolva os exercícios esmeradamente, antes de olhar as respostas. Observação: membros do Clube Inglês Na Cabeça – Onde Você Aprende Ensinando têm acesso às respostas dos exercícios;
  5. Já com tudo preenchido e revisado, em voz alta, leia toda a lição tantas vezes quantas forem necessárias até que você tenha segurança e conforto para uma leitura compreensível.

Sugestão: sirva-se largamente do Google Tradutor para consultar o significado e assimilar a pronúncia correta de tudo aquilo que ainda estiver embaçado. Não deixe nada para trás. É imprescindível que você entenda tudo que está na lição.

É possível, entretanto, que você ouça o seguinte: “Se ficar traduzindo, nunca vai conseguir pensar em inglês”. Nesse caso, relaxe. Quem lhe disser isso, obviamente não conhece o Passo 2!

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Fase B: Imersão

Até dezembro de 2020, a Fase B se referia, exclusivamente, àquele tradicional encontro ao vivo, quando você comparecia ao curso para assistir às aulas. Mas, com a pandemia, tudo mudou. Desenvolvemos um ambiente pedagógico colaborativo que guarda parentesco com o modelo de ensino disruptivo conhecido pelo nome de “sala de aula invertida“. A grande vantagem da renovação didática que propomos aqui é o fato do protagonismo estar deslocado das mãos de quem lhe ensinava para passar a ser domínio pessoal. Você fica no controle. Isso lhe possibilita determinar o próprio ritmo de evolução e, assim, conseguir desfrutar, garantidamente, cada pedacinho de avanço em seu progresso. O Clube Inglês Na Cabeça – Onde Você Aprende Ensinando é esse ousado ambiente.

Ao entrar na nossa comunidade você vai ter a chance de buscar por Language Partners. Gente que está no mesmo livro que você e predisposta a receber um convite seu para formar Duplas de Desenvolvimento Linguístico e jogar o jogo do aprender ensinando. Em outras palavras, em vez de absorver passivamente o conteúdo de inglês, como era na costumeira sala de aula, você vai receber todo o treinamento necessário para marcar as suas sessões de imersão e usar o ferramental tecnológico que disponibilizamos para apresentar a lição que preparou à outra pessoa e se desenvolver, em grande medida, junto com ela.

Enxergue as duplas como times nos quais as partes se encontram, uma ou duas vezes por semana, para trilhar a Rota INC e fazer jus ao provérbio africano que diz: “Se quer ir rápido, vá só. Se quer ir longe, vá em grupo.”

A propósito, sobre a Rota INC, nós falaremos no nosso próximo encontro. Continuando.

Uma apresentação eficaz leva em conta alguns pontos. A saber:

  • Não é você quem fala, é a Universidade de Cambridge. Ou seja, quando estiver apresentando, você apenas estará dando voz ao conteúdo dos livros.
  • Leia em inglês. É impossível soar bem no início, mas é imperativo desenvolver a sua confiança ao falar. A ideia é pronunciar com convicção. Não hesite! Mostre que, apesar do sotaque, você sabe perfeitamente o que está falando. A regra é clara e simples: se a outra pessoa entendeu, deu certo! Se não entendeu, ajuste o movimento e tente novamente. Para que complicar mais do que isso?
  • Durante a sessão de imersão, deixe que a sua dupla conduza a execução do Passo 3 – que vamos ver daqui a pouco – para que você possa recalibrar o seu aparelho fonador e, assim, melhorar a sua fala.
  • Seja ensinável. Humildade é um valor fundamental para se aprender qualquer coisa.
  • Use generosamente o seu espírito esportivo e, acima de tudo, divirta-se!

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Fase C: Fixação

Por último, mas não menos importante, temos a Fase C. Ela conclui o Passo 1, através das seguintes duas atividades:

  1. Resolver e corrigir os respectivos exercícios do Workbook e
  2. Anotar todas as frases dessa lição cujas palavras ou expressões você ainda precisa trabalhar para reter na memória. Estude essas frases com regularidade até sabê-las de cór.

Para enriquecer o contexto e facilitar a recordação, adicione uma referência ao lado de cada frase, como, por exemplo, um detalhe marcante do diálogo de origem.

Princípio #1
SEMPRE ESTUDE FRASES, NUNCA PALAVRAS SOLTAS.

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Passo 2: Ouvir

Aqui, é onde acontece o trabalho mental mais importante. Entretanto, para que ele se cumpra, é fundamental que você compreenda mais a fundo como o seu corpo vai realizar esse processo.

Captar bem essa ideia é crucial para a sua transformação. Por isso, redobre a atenção, a partir de agora.

O conceito é o seguinte: inglês não é só conhecimento, é, fundamentalmente, habilidade. Logo, a maneira de aprendê-lo é muito diferente daquela com a qual você se habituou na escola.

Aprender inglês é como aprender a dançar, a tocar um instrumento, a andar de bicicleta, a cozinhar ou a dirigir. São primordialmente habilidades! Lembra-se da sua primeira aula de direção? Você até suava de tanta ansiedade, não é mesmo? Era um desconforto só. Porém, alguns meses depois, o incômodo foi dando lugar ao conforto e, hoje, você dirige sem qualquer esforço. Vai aonde quiser ir! Rápido, devagar, com emoção, sem emoção, com mapa, sem mapa… Enfim, você está no comando. Já nem se lembra mais de que um dia não soube dirigir.

No inglês, é a mesmíssima coisa. Leva um certo tempo de prática até que sua mente se alinhe aos músculos do seu aparelho fonador e você consiga desempenhar a atividade da fala automaticamente. E esse tempo, como já observamos, varia muito em função da bagagem que você traz para o início do seu processo. Por exemplo, imagine uma pessoa franzina e uma outra mais corpulenta entrando numa academia de ginástica. Nos dois casos, o exercício costuma fazer o desempenho melhorar, porém, desigualmente. Não há dois corpos humanos iguais nesse mundo. É por isso que não cabe fazer comparações entre pessoas.

Metaforicamente falando, dizer que o corpulento é melhor que o franzino, ou vice-versa, é o mesmo que dizer que o trombone é melhor que a flauta. Percebe? Não faz sentido comparar um com o outro. O que cabe a nós, entretanto, é aceitar e conhecer nosso corpo, que é o único instrumento que temos, e, intencionalmente, partir para o ataque contra a resistência até capacitá-lo a produzir melodias cada vez melhores.

Sabido disso, guarde para si que uma melodia torta entretém melhor que melodia nenhuma. Portanto, orgulhe-se de sua melodia, mesmo quando sua beleza ainda estiver em desenvolvimento. Pessoas comuns que, hoje, conseguem produzir melodias redondinhas (em outras palavras, que falam inglês muito bem) só o fazem porque escolheram produzir melodias tortas pelo tempo que fosse.

Da música, também buscamos o termo “repertório”, cujo ingrediente principal, você pode imaginar, são os diálogos dos livros didáticos. Não há como se produzir bons discursos em língua alguma sem a criação de um amplo repertório prontamente disponível na cabeça.

Sendo assim, para impulsionar essa criação cerebral, entra em cena o Passo 2, cujo único propósito é enraizar no seu intelecto um repertório com vida própria, transformando sua mente numa máquina bilíngue, capaz de gerar pensamentos em inglês.

Esse impulso é diário e compete exclusivamente a você.

Para viabilizar o seu empenho, veremos soluções digitais que talvez sejam novidades aos seus olhos. Mas, não se preocupe. Por mais grego que a tecnologia possa lhe parecer, leia tudo com calma porque, se precisar, poderemos lhe ajudar de perto.

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Na prática, o passo 2 é assim:

Por meio do seu celular, usando um aplicativo de ouvir áudios, você vai percorrer todos os fonogramas do seu material didático, na exata proporção que fizer o Passo 1, ou seja, não será tudo de uma vez.

Se quiser trabalhar independentemente de nós, o procedimento é o seguinte:

  • Primeiro, antes de cada imersão, faça a preparação do livro como ensinamos na Fase A do Passo 1;
  • Depois, na Fase B, você tornará a ver essa matéria na presença de quem lhe estiver assistindo. Separe as faixas de áudio que trabalhou na imersão e acrescente-as à sua playlist;
  • Por último, nos dias entre uma sessão e outra, ouça a sequência criada até não sentir mais a necessidade de pensar em português.

Construa de forma dinâmica a sua playlist, limitando a duração da mesma a 15 minutos. Para isso, à medida que for avançando no curso e novos áudios da Fase B forem entrando na lista, vá removendo os antigos. Porque esses, presumidamente, você já deve conseguir acompanhar sem traduzi-los e de forma confortável.

Membros do Clube Inglês Na Cabeça – Onde Você Aprende Ensinando têm acesso às playlists todas já prontas para uso imediato, junto com o ferramental que disponibilizamos. Assim, você poderá se concentrar no que mais importa: tornar o Passo 2 um hábito diário. Noventa dias consecutivos é o tempo justo que recomendamos para uma sólida implementação da rotina de ouvir os áudios do Passo 2. E atenção, não se engane: esse é o pedágio mais caro que você terá de pagar no caminho de pôr o inglês na cabeça. Porém, uma vez pago, a travessia toda se torna tão agradável que fica difícil você desistir. Então, não se desvie disso. Se você realmente quiser vencer o jogo do aprender inglês ensinando, bata nesse ponto com determinação e responsabilidade.

Eis aqui um simples procedimento de segurança que vai lhe ajudar a passar por essa barreira:

  • Pegue uma folha de papel;
  • Desenhe 90 quadradinhos;
  • Preencha-os com datas consecutivas;
  • Pendure a folha de papel onde você – com certezaolha quando acorda e quando dorme;
  • Ao despertar, pegue o seu celular com os fones e marque um primeiro X na data corrente;
  • Execute o Passo 2 como planejado e
  • Antes de se recolher, marque o segundo X, se tiver cumprido a meta do dia.

Caso aconteça de falhar em algum desses períodos, você deverá começar a contar o prazo novamente. Para evitar isso, seja intencional em dificultar a atitude errada e facilitar a atitude certa empenhando-se ao máximo para associar a malhação, a lavação de louça, o trânsito ou a ida ao mercado, por exemplo, com o Passo 2 e, assim, dobrar o rendimento dessas atividades, adicionando a elas a função de aprendizagem. Conclusão: sempre que suas mãos estiverem ocupadas, mas sua cabeça livre, use os fones de ouvido durante qualquer um desses afazeres mecânicos e construa memórias com a vivência virtual que os áudios lhe proporcionam. Tudo isso nos leva ao tópico mais importante do Passo 2:

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O Exercício Da Vivência Virtual

Boas memórias são construídas a partir de boas vivências. A grosso modo, podemos dizer que existem dois caminhos para que tenhamos vivências: experimentar no mundo físico ou criar no imaginário. Nessa esfera de pensamento, encontramos apoio em uma ideia comumente atribuída ao ilustre Albert Einstein, que diz o seguinte: “a imaginação é mais importante que o conhecimento.” Essa noção explica a eficácia do exercício que vamos lhe mostrar.

Veja agora, na íntegra, como experienciar vivências virtuais e criar as memórias que você usará para construir discurso na língua inglesa. O trâmite acontece em três níveis de profundidade encapsulados em um robusto processo de compreensão dos áudios do seu livro. Como ele, esperamos que você se torne capaz de escrever em sua memória vivências virtuais indistinguíveis do que poderia ter sido vida real nos Estados Unidos ou Canadá.

A partir do momento que você começar a ouvir os áudios, inicie o processo transportando-se, em seu imaginário, para a cena proposta. Nesse primeiro nível, o seu objetivo é conseguir falar mentalmente junto com cada personagem. Evidentemente, isso requer treino diário. Encare como uma espécie de malhação. Antes de ficar confortável, vai doer mesmo. Por isso, seu espírito esportivo é absolutamente indispensável.

Nesse caminho, é natural encontrar a tal da resistência, que falamos aqui algumas vezes. Ela aparece, principalmente, quando você escuta uma palavra ou expressão que, embora tenha feito o Passo 1, seu significado lhe foge à memória. Como vencê-la? Se o contexto sozinho não lhe satisfizer, você deve parar, esclarecer a dúvida e continuar a repetir os mesmos áudios até derrubar completamente a resistência e, com isso, dar lugar à sensação de bem-estar e familiaridade.

Quando você estiver entendendo tão confortavelmente quanto em português o que estão falando, prossiga treinando diariamente e desça ao próximo nível. Observe como as pessoas da gravação fazem para soar como soam. Procure mapear o movimento que o seu aparelho fonador deve fazer para reproduzir o som das palavras, frases e intonações que escuta.

Depois de mapeados os movimentos, é hora de você se desligar ainda mais do seu entorno. Continue malhando e comece a provocar a sua imaginação para chegar ao terceiro nível de profundidade. Ative a criança que tem dentro de si e solte as rédeas da fantasia. Enquanto você ouve o áudio que escolheu para ter a vivência virtual, assuma o papel de cada intérprete e observe, como se estivesse no cinema, a tela do seu imaginário ser toda preenchida ao redor da cena do diálogo. Nesse momento, pare, contemple e sinta a emoção dessa vivência virtual para nunca mais esquecê-la.

Por exemplo, digamos que você estivesse ouvindo um diálogo entre Alice e Gabriel voltando de um almoço de confraternização pelo caminho que há no meio da praça arborizada do bairro onde eles moram. Você, já tendo vencido a resistência das palavras que não se lembrava, ultrapassado também o segundo nível de profundidade, quando mapeara o movimento a ser feito para soar como soam, agora, bem confortavelmente, ouvindo esse mesmo áudio pela terceira semana consecutiva, dez vezes por dia, a fala dos personagens já está tão incorporada que você, facilmente, consegue se imaginar, por exemplo, sendo a Alice, que poderia estar olhando para as crianças brincando no parquinho da praça, enquanto conversa com o Gabriel, exatamente como você faria se estivesse fisicamente naquela cena. Ao ver as crianças, você, se imaginando como Alice, pensa: “Nossa, aquele menino é igualzinho o filho de um amigo meu”. Daí você para e sente a emoção dessa vivência virtual para nunca mais esquecê-la. Depois, você repete o processo, se imaginando como Gabriel, e pensa uma outra coisa totalmente diferente. Por exemplo, “Acho que na festa do ano que vem, eu é que vou cozinhar! Esse pessoal não entende nada de feijoada!”

Entendeu como é que se faz? Essa narrativa extra não está no livro. É você quem vai imaginá-la e, posteriormente, recorrendo ao Google tradutor, se necessário, vai caprichar na criação de um breve texto em inglês, contando, em detalhes, a sua experiência para que esta venha a se tornar parte de você. Durante a travessia da ponte, ao compor uma redação dessas por semana, você cria enormes condições para articular o seu pensamento a ponto de conseguir, de uma vez por todas, se apropriar da sua voz em língua inglesa.

Mas não para por aí! Esse é apenas um dos sete exercícios de desenvolvimento da fluência e percepção que você encontrará no Clube Inglês Na Cabeça – Onde Você Aprende Ensinando.

Um outro aspecto que pode lhe ajudar na conscientização sobre a escuta são os bebês. Sim, apesar do Padrão CCP ter sido projetado especificamente para o terceiro tipo de bilinguismo, em relação ao tema aquisição de linguagem, verificamos que o nosso corpo ainda funciona semelhantemente ao de um bebê. Observemos então a seguinte pergunta:

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O que pode impedir que um bebê aprenda a falar?

A resposta é a mesma coisa que impediria você de aprender inglês, que é a falta da escuta intensa. Certamente, esse é um tema que não cabe ser esmiuçado aqui, mas é evidente que o mundo dos sons promove um aprendizado involuntário aos bebês ouvintes. Depois de cerca de 1 ano praticamente absorvendo o que lhes dizem, as palavras e frases começam, automaticamente, a soar e a linguagem não para mais de evoluir! Se foi exatamente assim que você aprendeu português, por que não seria assim também a sua aprendizagem do inglês? Já que esse é um processo natural, faz algum sentido tomar outro caminho?

E qual será a razão pela qual a sua habilidade de ouvir e entender acaba sendo sempre mais alta do que a sua capacidade de se expressar emitindo sons? Bem, isso acontece justamente em função dessa diferença de tempo, de quase 1 ano, entre o início da audição e o início da fala. As duas aptidões vão surgindo de forma diretamente proporcional, ou seja, quanto mais a primeira se desenvolve, mais vai fazer com que se desenvolva a segunda.

É como se houvesse uma espécie de cabo ligando o nível de competência auditiva ao da produção oral. Quanto mais você amplifica a sua perícia de entender o que está escutando, mais vai aumentar, como consequência, a sua maestria de apresentar ideias através do som da sua voz.

Portanto, nada de afobação. Respeite a sua velocidade e tenha paciência. Lembre-se que a cobra troca de pele no tempo que a cobra troca de pele. Se você tentar arrancar a pele da cobra antes da hora, ela morre. Em outras palavras, aceite que é a própria natureza que determina no seu corpo o período correto de…

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Enraizamento

Imagine que sua mente seja a terra e sobre ela você quer plantar o conteúdo dos livros da Cambridge, na expectativa de colher pensamentos em inglês. Alegoricamente falando, para que a sua planta cresça e gere os frutos que precisa, você deve regá-la, de propósito, várias vezes por dia, com os áudios do seu Passo 2.

Mas Eduardo, quantas vezes por dia?

Idealmente, de 6 a 8 vezes. Se a duração da sua playlist for a máxima, que é de 15 minutos, aproximadamente, a cada 4 vezes que a escuta, você terá usado uma hora. Dependendo das atividades com as quais ouve os áudios, dá para você, despreocupadamente, repetir até 8 vezes. Uma hora de caminhada, mais uma hora de almoço, por exemplo, e terão sido duas horas regando essa árvore, sem abrir nenhum tempo exclusivo na agenda!

Já dizia o poeta Arnaldo Antunes: “As raizes são as veias da seiva.” Quanto mais profundas elas chegarem, mais neuroplasticidade terá ocorrido no seu tecido cerebral e menos esforço você terá para falar inglês.

Consequentemente, se ainda houver esforço, é porque ainda lhe faltará enraizamento. E a solução você já conhece. Chama-se Passo 2, que, a propósito, nunca vai lhe abandonar, se você fizer dele um hábito.

Naturalmente, à medida que for se afastando do início da ponte, a tradução vai deixando de ser muleta para você. Aprender novas expressões inglesas, no próprio idioma inglês, vai ficando cada vez mais fácil.

E como é que será a vida depois da ponte?

Bom, depois da ponte, acho que você já deve imaginar, o Passo 2 continua, só que não mais em cima dos livros didáticos. Você vai passar a aprender com o que de melhor houver na língua inglesa: podcasts, audiobooks, TED Talks etc. O hábito de ouvir, que tanto falamos aqui, fatalmente, vai se tornar a companhia número 1 das suas idas à academia, das refeições sem outra pessoa, dos passeios com seu animalzinho e de tudo mais com o que puder usar os fones de ouvido. Porque, quando pensar em inglês ficar confortável mesmo, seus horizontes ficarão tão abertos que não fará o menor sentido se limitar à língua portuguesa. Acredite, é um caminho irreversivelmente engrandecedor.

Princípio #2
APRENDA INGLÊS COM OS OUVIDOS, NÃO COM OS OLHOS.

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Passo 3 – Imitar

Não há escapatória, falar com pronúncia boa é a única coisa que vai fazer com que as pessoas consigam entender o que você diz.

Treinar o seu corpo para desempenhar uma boa pronúncia é tão possível e divertido quanto ensaiar um novo passo de dança, uma nova escala no seu instrumento musical ou até um caminho diferente para se chegar ao mercado preferido. Em todos esses casos, você começa a treinar sem saber os movimentos corretamente e treina até conseguir fazer tudo certo e sem esforço. Qual é a chave para isso? Sim, mais uma vez, é a repetição.

O nosso procedimento, aqui do Padrão CCP, é o seguinte:

  1. Escolha qualquer diálogo da sua playlist atual, e ponha-o para tocar;
  2. Ouça, acompanhando no texto, uma sentença ou duas e dê a pausa;
  3. Imite o que ouviu, fazendo movimentos bem exagerados, como se estivesse ensinando a uma criança;
  4. Repita, com vontade, as ações 2 e 3 até acabar a faixa de áudio;
  5. Agora, ainda fazendo os movimentos bem exagerados, grave a sua voz lendo o diálogo inteiro;
  6. Ponha para tocar a sua gravação, seguida da original, e compare as duas;
  7. Repita todo o procedimento até se satisfazer ou até acabar o tempo programado.

Você pode estar se perguntando: mas Eduardo, por que exagerar? A ha! A resposta é muito interessante. Quando você fala com movimentos exagerados e sente que está soando de forma meio caricata, saiba que, para as pessoas nativas da língua inglesa que vão lhe ouvir, você estará soando de forma “normal”. Ao passo que, se você não exagerar, ouvidos nativos poderão ter dificuldade para lhe entender. Portanto, exagere! Exagere sem medo, repetidas vezes! Exagere até sumir todo o desconforto de exagerar!

Essa é a chave!

E para você que acha que não leva jeito para pronunciar de forma idêntica ao que está nas gravações, relaxe. O Passo 3 é uma abordagem criativa do estudo da fonética cuja a consequência unânime da sua execução dedicada é a melhora na compreensão da escuta. Em outras palavras, se você fizer como ensinamos aqui, vai tirar muita cera do ouvido e passar a entender melhor o inglês falado.

Princípio #3
NÃO TENHA PRESSA. A REPETIÇÃO É A MÃE DA HABILIDADE.

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Passo 4: Praticar

Para que você tenha o melhor desempenho possível nas sessões de imersão, é necessário praticar a sua apresentação antes de se encontrar com a sua dupla.

Vejamos agora seis atividades para você treinar sem outra pessoa:

  1. Apresente a lição a si, de frente para um espelho, como se estivesse olhando para a outra pessoa;
  2. Apresente a lição ao seu cachorro ou gato. Peixe também serve;
  3. Arrume algumas cadeiras à sua frente e fale como se houvesse audiência real ali;
  4. Grave áudios ou vídeos de você ensinando e depois assista-os para se autoavaliar;
  5. Mude o idioma em todos os seus aparelhos eletrônicos para o inglês;
  6. Passe a fazer suas pesquisas no Google em inglês para que o mundo se descortine na sua frente.

Certamente podemos contar com a colaboração entre language partners, mas nunca devemos depender disso para aprender inglês. Por isso, ajuste as suas expectativas de forma a também se desenvolver enquanto você procura por uma dupla. Afinal, artífices da própria transformação que somos, assumir a postura de estudante independente é uma atitude sábia.

Aspirantes e profissionais de música, dança, oratória etc. frequentemente praticam a sos porque essa é uma estratégia eficaz para elevar a autoconfiança e a destreza antes da hora do espetáculo. Mesmo sendo um treino, se o encarar com a devida seriedade, você vai ser capaz de descobrir o que da lição ainda não conhece e isso vai lhe forçar a pensar. Quando você usa o seu intelecto para resolver essa falta, o conhecimento obtido se torna seu. Você deixa de ser alguém que só repete e se torna alguém que realmente sabe.

Princípio #4
NUNCA DESISTA!

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Nossa motivação

Desde 2005, eu aprendo inglês ensinando e a Anna Priscilla faz o mesmo, desde 1999. E são esses longos anos de prática que nos dão a legitimidade de olhar para trás e vir aqui mentorear você, a partir da nossa experiência. Mas, por que fazemos isso? Talvez você se pergunte. E a resposta é simples: constatamos que esse é o melhor lugar para nós. O nível de potência que o exercício da descoberta nos dá é tão alto que, quando estamos aprendendo, não vemos o tempo passar. Bate a euforia, a alegria, a excitação, o entusiasmo e, por isso, não queremos que o momento acabe. Entendeu? Para nós, não há escolha que supere o trabalho criativo na educação.

A maior descoberta que fizemos nessa estrada está em um livro do brilhantíssimo educador brasileiro Paulo Freire. Ele, que acumulou mais de trinta títulos de doutorado Honoris Causa, por diversas universidades do mundo, publicou uma frase simplesmente genial. Na obra de 1996, intitulada “Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa”, ele disse:

“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.”

Esse é um conceito mais profundo do que parece. Observe o desenho das velas que a Anna Priscilla fez. Ele ilustra bem essa filosofia da colaboração, na qual se partilha o conhecimento. Aprendemos com o filósofo Mário Sérgio Cortella que quando você, com a sua chama, acende a vela da outra pessoa, além de você não perder nada, as duas partes ganham mais luz. Pense nisso.

Foi daí que surgiu a ideia de formar Duplas de Desenvolvimento Linguístico dentro do nosso ambiente educativo para interagirem, ao vivo, nas sessões de imersão.

Essa frase de Paulo Freire mudou o nosso jogo para sempre. Apoiado nesse conceito, conseguimos criar ferramentas preparadas para orientar a sua marcha ao longo de toda a ponte que atravessa o abismo da inabilidade idiomática.

A Ordem Do Dia, que é a principal, funciona semelhantemente a um aparelho sofisticado de ginástica – daqueles que você vem, malha todos os dias e o resultado, naturalmente, aparece. E a ferramenta complementar, o Guia de Apresentação, é como se fosse o seu personal trainer, que já lhe dá – mastigado – exatamente o que você precisa fazer.

Nós não conhecemos esfera mais fértil ao desenvolvimento de ideias do que esta, na qual se relacionam mentes investidas de princípios, valores e objetivos em comum.

Eis então a origem do Clube Inglês Na Cabeça – Onde Você Aprende Ensinando.

No longo prazo, visamos uma realidade em que a vasta maioria das pessoas seja capaz de usar a língua inglesa para se autodesenvolver, a ponto de acordar inspiradas, ter prazer no trabalho e finalizar o dia sentindo-se realizadas.

Essa é a nossa causa e é ela que resume o significado da palavra “além“, no enunciado da missão que projetamos cuidadosamente para que o nosso trabalho e a nossa visão de futuro estejam sempre alinhados.

A missão é clara e objetiva: “Ajudamos pessoas a ter o inglês na cabeça e além.”

Era o que tínhamos para hoje. Está entregue a nossa parte no desafio “mais aprende quem ensina“, através desse esmeradíssimo texto. Esperamos que tenha gostado e que tenha sido de grande valor no sentido de você se preparar para verdadeiramente aprender a pôr o inglês na cabeça.

Preencha agora o Modelo de Apresentação para digerir o conteúdo denso que recebeu aqui e sentir na pele se o formato de aprender ensinando faz sentido para você.

Eu e Anna Priscilla leremos atenciosamente cada uma de suas palavras na expectativa de que este seja apenas o início de uma duradoura parceria.

Chegou a hora! Dê o melhor de si e faça valer!

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